29
Abr 08

A Experiência de Parto da Mariana que amavelmente decidiu partilhar com todos nós.

 

E o momento da Maria foi na sexta-feira, dia 14 de Setembro, pelas 22:35.

O dia começou cedo… Por volta das 6:00 da manhã. A noite fora diferente das outras, ao invés de dormir seguido, acordei quase de hora a hora para ir à casa de banho… Mas não havia dores. Só às 6:00 é que comecei a sentir as primeiras contracções. Deixei-me ficar na cama a fazer a respiração de relaxamento e a pensar: "Será hoje?" As contracções vinham leves ainda, mas ritmadas e de com uma cadência entre 5 e 10 minutos. Cerca das 7 da manhã o Pai acordou e ficou a fazer-me companhia. Concluímos que não devíamos ir trabalhar pois o dia prometia surpresas. Por volta das 8:00 resolvi ligar ao Parteiro, pois era nossa intenção que a Maria nascesse em casa, e ver com ele como estariam as coisas. Pela descrição que lhe fiz, ele disse que estava a vir para cá. Como eu ainda tinha coisas de trabalho para tratar , aproveitei a manhã para tratar delas online - enviar mails, algumas indicações para trabalho a decorrer, etc… Quando as contracções vinham, eu parava, respirava e depois continuava  . Cerca das 11:00 chegou o Parteiro que nos disse que não faria qualquer observação manual naquele momento pois iria apenas ver como eu estava e esperaríamos a ver o que acontecia - sim, porque poderia ser apenas um falso trabalho de parto (TP)! E então cá ficámos em casa… As contracções mantinham-se entre 5 e 10 minutos, perfeitamente suportáveis.

Chegou a hora do almoço. Só me apetecia cozidos e foi o que o Pai cozinhou: polvo com batatas e ovo. Mas o Parteiro alegremente disse: "ou muito me engano, ou não vais comer isso tudo!" Dito e feito! Quando comecei a comer, as dores aumentaram e fiquei com náuseas… Depois do almoço deles, pois eu já não comi mais, fomos ver como estava a dilatação: 5 cm! Boas notícias, já podia ir para a banheira e relaxar com a água quente. E foi isso que fiz: velinhas para dar luz ambiente, água bem quente, incenso e relax. Mas como alguma coisa tinha de correr mal - a lei de Murphy é infalível! - o esquentador pifou! O Pai conseguiu resolver o problema manualmente mas houve a visita de um técnico de reparação de esquentadores ainda nessa tarde! Mas continuando… Entrei na piscina e relaxei… Quando vinham as contracções, deixava que a dor percorresse a barriga e tentava não contrair nada - tinha que deixar o meu corpo trabalhar! Entretanto chegaram as Doulas que deram uma ajuda extra - a colocar mais água na minha barriga a cada contracção e a dar palavras de incentivo. E assim fui até cerca das 18:00, altura em que o Parteiro fez novo toque: 9cm! Quase, quase, tudo pronto. Mais um bocadinho e iria ver a minha menina, pensei!

Demorou mais um pouco até ter os 10 cm - OK para começar a puxar! E começou o período expulsivo. A cada contracção, que nesta altura eram bem dolorosas, tentava empurrar a Maria para fora do útero, mas ela não descia… Periodicamente, o Parteiro ia medindo os batimentos cardíacos dela, que continuavam óptimos, o que nos dava segurança para continuar. Saí da banheira para o quarto e continuei a puxar, e ela continuava a não descer. "Vamos lá ver o que se passa!" E o que se passava era que a Maria, ao invés de estar na posição correcta para se nascer - de nariz para o chão - estava de nariz para o céu. Significa que o período expulsivo poderia ser longo, devido à dificuldade em descer o canal de parto. Mas como tudo estava bem com o bebé, continuámos. Estive em período expulsivo, em diferentes posições, durante 4 horas. Durante esse tempo o Parteiro tentou, por diversas vezes, girar a cabeça da Maria de modo a que ela se posicionasse de outra forma. Mas ela é teimosa e não girou! Eu começava a ficar completamente exausta e as contracções, em vez de ficaram mais efectivas estavam a diminuir de intensidade. E por fim, a bolsa rebenta completamente e apresenta uma cor esverdeada - informação que o Parteiro não me deu na altura para não me afligir. Nessa altura foi tomada a decisão de irmos para o Hospital, pois em casa já não seria totalmente seguro devido à sua posição e ao mecónio no líquido (sendo que a presença de mecónio pode indiciar uma de duas coisas: maturidade do bebé - ou seja, já estando completamente desenvolvido, controlando os seus músculos, teve vontade de fazer o seu cocó, ou então, sofrimento fetal), embora os batimentos cardíacos dela se mantivessem óptimos.

A minha questão na altura foi: "E como é que eu vou, assim, para o Hospital?" - O Parteiro respondeu: "Não te preocupes, vou contigo atrás no carro, se a bebé quiser nascer, eu faço o parto!" E lá fomos nós! Ainda tive contracção no elevador, na entrada do carro e pelo caminho! O carro voava, em marcha de urgência pela cidade de Braga (é incrível que as pessoas no trânsito são mesmo lixadas. Verem um carro, com os 4 piscas ligado, a dar sinais de luzes e a andar em velocidade, e não se desviam!!!), chegámos ao Hospital em menos de 7 minutos. O Pai correu pela urgência a dizer: "A minha mulher está a ter um bebé!" e rapidamente uma cadeira de rodas me veio buscar e levar à sala de partos. Foi um alarido! "Está a chegar uma mãe em TP!!" Parecia um filme! Quando chego mesmo à beira da "simpática cadeira" de partos, veio outra contracção e eu disse: "Vou puxar" e o enfermeiro responde em pânico: "NÃO PUXE!!" - pois ele não sabia se eu tinha ou não a dilatação completa, mas eu continuei a puxar. Subi para a cadeira, ele fez o toque e: "Ok pode puxar." Na próxima contracção eu puxei e ele viu o cabelinho da Maria, mas eu já não estava capaz de fazer mais força e as minhas contracções já estavam a tornar-se espaçadas demais. Tentaram administrar-me ocitocina, mas as minhas veias colapsaram e não era possível. Então a solução foi: episiotomia mais a manobra de empurrar o bebé. Veio outra enfermeira para carregar na barriga, eu puxei na contracção e o enfermeiro deu o corte. Nesse momento eu gritei! Muito! E a enfermeira que me carregava na barriga gritou ainda mais a dizer "Não grite, não grite!" (esta é daquele tipo de situações totalmente desnecessárias e desadequadas, enfim… Mas já esqueci essa dor.) E em poucos segundos, eu ouvi: "Nasceu!" senti como que uma sensação de vácuo. Esperei ouvir o choro, que demorou uns segundos que para mim era a eternidade. Estavam a aspirá-la. Assim que terminaram, ela começou a chorar, primeiro devagarinho, depois em plenos pulmões. Os meus olhos encheram-se de lágrimas e eu senti-me a mulher mais feliz do mundo. Foi um momento único, lindo, e indescritível. Eu só não percebia era porque não ma davam para dar de mamar. Explicaram-me que primeiro iam cuidar de mim, e dela. E nasceu com 3,350kg, 47 e APGAR 9/10!

A partir daqui, foi esperar a placenta sair, verificar de estava tudo bem internamente, coser o corte - "Não me vai coser a sangue frio, pois nã0?" "Não! Vamos pôr o sangue a aquecer primeiro!!" Conseguiram, finalmente, aplicar-me o soro com um medicamento para o útero contrair, aplicou a anestesia local e começou a coser. Foi um momento doloroso, suportável porque me pus a olhar para a Maria 

E finalmente, deram-me a Maria para mamar. Outro momento inesquecível! Ser capaz de alimentar a nossa filha e ver a sua carinha de satisfação!  E lá ficamos os três: eu, o Pai e a Maria num momento que podia ter ficado parado no tempo para sempre.

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Impressões:

- realizar todo o TP em casa foi a melhor opção. Estive sempre à vontade, pude movimentar-me, beber água, estar no meu ambiente, com luz baixa e pessoas que respeitaram o meu espaço. Não fui constantemente tocada, nem mexida. Senti-me sempre segura e confiante de que era capaz! Foram 16 horas e 30 minutos de TP, 8 das quais em TP activo (com mais de 3 cm de dilatação) e eu sinto que passou muito rápido!

- o Parteiro que me acompanhou é, sem dúvida, das melhores pessoas que conheci nos últimos tempos. Um ser humano fantástico, excelente profissional, domina a técnica, e transmite toda a segurança e confiança necessárias. Para o/a próximo/a havemos de conseguir!! 

- o hospital: para mim, é uma violência. Não há respeito pela Mulher, pela Mãe que ali está. Não passamos de mais uma… Há barulho, gente a entrar e a sair! Fiquei convencida que recusar uma epidural num hospital, isso sim, é um acto de coragem! pois quando se está naquele ambiente, presa ao CTG (que nunca me puseram), com soro e ocitocina, as dores serão, com toda a certeza muito superiores ao que eu senti, simplesmente porque não há calma… Claro que foi graças ao hospital que a minha menina aqui está, mas o que quero transmitir é que há um grande e longo caminho a percorrer no sentido da humanização destes espaços.

- ficou uma memória linda do dia 14 de Setembro. Foi o dia mais bonito, mais completo e mais engrandecedor que poderia ter vivido. Quando lembro, a ideia que me ficou foi a de paz e tranquilidade.

Beijinhos e obrigada.

Mariana

 

Obrigado eu Mariana, por partilhares este momento unico e maravilhoso da tua vida, connosco.

Desde já, além de te agradecer o teu testemunho, aproveito para te dar as boas vindas e desejar que gostes do BabyClub.

 

Com os vossos testemunhos podemos sempre ajudar muitas futuras mamãs.

 

Obrigado!

 

Publicado por Angel@ - BabyClub às 19:34

27
Abr 08

Nova actualização hoje das Barrinhas de Barriguinhas com a chegada ao clube de mais uma familia à espera da chegada da sua menina a Maria Leonor.

 

Uma curiosidade: Até agora é só meninas. Deve ser o ano das meninas.

 

Publicado por Angel@ - BabyClub às 11:18

26
Abr 08

Olá mamãs, papás e bebés.

É só para informar as futuras mamãs que as barrinhas foram actualizadas hoje com a chegada ao Clube de mais uma familia grávida. A Mamã Aninha, o Papá Tiago e a Bebé Leticia.

 

Quem quiser que seja adicionada a sua Barrinha de Barriguinha, pode enviar um mail, utilizar os comentários ou deixar informação no Mural dos recados rápidos.

 

Não se esqueçam, conto com a vossa participação também no espaço Partilha, podendo ajudar outras futuras mamãs com os vossos testemunhos.

 

Publicado por Angel@ - BabyClub às 16:07

23
Abr 08

É um método de auto-conhecimento que oferece equilíbrio entre corpo e espírito, yoga significa também união. Viagem para dentro de nós.

O Yoga terá nascido na Índia há mais de cinco mil anos. Os seus ensinamentos viajaram milénios, mas hoje a prática obedece ainda aos mesmos princípios. Filosofia de vida que busca o aperfeiçoamento humano e prática que procura o equilíbrio harmonioso entre corpo e espírito, o yoga é a disciplina da mente, das emoções e da vontade. É, para os seus seguidores, uma forma de liberdade. Uma via para o auto-conhecimento. A fórmula para atingir estes objectivos é tão simples que provoca inquietação: deixar de concentrar todas as atenções na mente, a causa dos nossos maiores desequilíbrios.
Yoga também significa união. Com a divindade, consigo próprio, com o universo, pouco importa que nome se dá à transcedência, o que conta é o desejo de união. Na gravidez, tudo isto faz ainda mais sentido. A viagem para o interior de si que os defensores do yoga tanto apregoam ganha contornos de necessidade, de prática saudável e de método de comunicação pré-natal. O desenvolvimento da «consciência corporal» - outra das imagens comuns no yoga - ganha realismo, sentido. O desejo de união instala-se com mais força e cresce de dia para dia, reforçando os laços entre mãe e filho. Em suma, o yoga volta a grávida para si própria e para o seu bebé. Ensina-a a focar-se no seu corpo em transformação e a gerir as suas emoções ao longo da gestação. Seja qual for o seu nível de preparação física e mental, o relaxamento profundo proporcionado pela prática do yoga transmite à grávida uma sensação de calma interior e harmonia com o meio envolvente. Haverá algo melhor para sentir durante a gravidez?

 

Quando correctamente praticado, o yoga educa o corpo no sentido de conviver harmoniosamente com a força da gravidade. Transmite-lhe leveza. O trio milagroso é composto por uma série de posturas, às quais se dá o nome de ásanas, exercícios respiratórios, pranayama, e meditação, a chave do repouso profundo. À grávida propõe-se que aprenda a descarregar as tensões e a rigidez acumuladas nos músculos e articulações. Sem esforço, sem recorrer a nenhum tipo de sobrecarga, apenas com a ajuda da respiração.

No Primeiro Trimestre a decisão de praticar é algo que deve ser feito com muita cautela, incluindo a orientação de seu professor e também de seu médico. Principalmente se já sofreu algum aborto ou se estão presentes factores de risco.

 

O yoga ajuda a futura mãe a ultrapassar as transformações provocadas pela gravidez desde o início, proporcionando maior percepção de si mesma e da presença do filho dentro do seu corpo. Em silêncio, invadida por uma paz inebriante, a grávida descobre que consegue comunicar com o seu bebé e que a ligação que os une é tão forte que nada será como antes.

 

Qualquer forma de exercício físico praticado durante a gravidez deve ser tão leve quanto possível, de forma a não ultrapassar os limites do que é confortável para a grávida. O yoga não é excepção. As posturas a treinar devem ser as mais simples de todas e as que menos esforço exigem. No entanto, isto não significa que a grávida tenha de ficar sempre em posição de meditação, sem se mexer. Partindo do pressuposto de que as posições praticadas ajudam a grávida a melhorar a sua postura, a andar com menos esforço, a sentar-se com as costas direitas e a distribuir o peso pelo corpo, o objectivo é adaptar a grávida às mudanças da gestação. Durante os exercícios, aprende a concentrar-se na respiração. Os suaves movimentos que ocorrem quando respira fundo e se liberta das tensões criam uma sensação de leveza e liberdade. Nestes momentos, mãe e filho estão intensamente unidos, isolados de todas as interferências.
A relação com a força da gravidade torna-se mais clara para a grávida, ela aprende a sentir-se mais leve. A coluna vertebral ganha flexibilidade e liberta-se da rigidez acumulada.
O yoga ensina às grávidas como obter conforto ao longo dos nove meses de gravidez. Um sentimento que não é apenas físico. O objectivo não é criar uma barreira contra o mundo exterior, mas aprender a não deixar que a impressão digital desse mundo, que se sente todos os dias na pele, nos músculos, nas articulações, condicione a nossa paz interior. É isto que o yoga oferece à grávida:

  • Mais tempo para si e para o seu bebé
  • A oportunidade de viver momentos de silêncio e de paz
  • A possibilidade de desenvolver a sua capacidade de concentração
  • Aprender a relaxar
  • Aprender a gostar mais de si própria

    Locais onde pode praticar yoga:

    - Turiya em Benfica

    - Barrigas & Bebés em Odivelas

    - Centro Pré e Pós Parto em Entrecampos

     

    São apenas alguns locais que eu tenho conhecimento, certamente que existiram mais.

    Se alguém souber mais e quiser divulgar pode deixar a informação nos comentários.

     

  • Publicado por Angel@ - BabyClub às 17:21

    17
    Abr 08

    Acordar o país para as consequências da quebra da natalidade é o objectivo da petição que propõe a criação do Dia da Natalidade / Dia da Grávida.

    Portugal perderá nos próximos 25 anos um quarto da sua população e até 2050 o número de idosos poderá ultrapassar o dobro do número de jovens. Estas são previsões do Instituto Nacional de Estatística (INE) que se tornarão uma realidade se a tendência actual de quebra na natalidade não for invertida.

    Como forma de acordar o país para esta perspectiva os organizadores do evento Barrigas de Amor decidiram enviar à Assembleia da República uma petição para que seja instituído o Dia da Natalidade (e Dia da Grávida) no dia 9, do mês 9, do ano 2009. Tendo a gestação a duração de 9 meses, este foi o dia com mais simbolismo que a equipa da YProd encontrou para pôr o problema da quebra de natalidade na agenda.

    Na apresentação da segunda edição do evento Barrigas de Amor, que aconteceu hoje de manhã, no Parque dos Poetas, em Oeiras, Yolanda Noivo, directora de imagem da YProd, referiu que a «iniciativa de criar o Dia da Natalidade tem como objectivo que pelo menos uma vez por ano se fale neste problema».

    No âmbito das iniciativas para assinalar o Dia da Natalidade está programada uma edição filatélica, em parceria com os CTT, e o lançamento de uma lotaria especial dos Jogos Santa Casa.

    Créditos: IOL MÃE

     

    Eu já assinei a petição. Queres assinar também?

    Caregue neste link

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 15:30

    Nascer Saudável - Carrega na imagem para aumentarNos próximos dias 3 e 4 de Maio, com o apoio da Camara Municipal de Cascais, estaremos novamente a falar sobre como “Nascer Saudável”, num dos mais bonitos sítios da Linha de Cascais: a Ponta do Sal em S. Pedro do Estoril. O Encontro destina-se a casais “grávidos”.

    Este será o II Encontro Nascer Saudável, que tem por objectivo informar para apoiar tomadas de decisões esclarecidas e conscientes, trabalhar medos e dúvidas, mas também, munir o acompanhante com técnicas de apoio a prestar à mulher durante o processo de parto. A Amamentação e o Pós-Parto não serão esquecidos.

    Acreditamos que com este encontro iremos completar o conhecimento instintivo que os casais já possuem sobre esta fase tão importante da vida – O Nascimento de um Filho!

    Iremos ver filmes, fazer exercícios, seguramente que rir, e quem sabe,  até chorar de emoção…Teremos testemunhos na primeira pessoa. Queremos muito que este encontro seja intenso a todos os níveis.

    Será entregue documentação impressa, e teremos disponível equipamento para o parto para os exercícios.

    O primeiro encontro foi um sucesso, que nos diz que temos que repetir, veja a opinião dos casais no nosso site.

    O valor do encontro é 75€, por casal. As inscrições são limitadas a 15 casais, e a data limite de inscrição é já dia 28 de Abril. Pedimos desculpa pela divulgação com tão pouca antecedência, mas foi impossível de outra forma...Esperamos ir a tempo...

    A ficha de inscrição encontra-se no site.

    Para mais informações contacte-nos nos números:
    93 720 16 30/ 91 849 09 01/91 992 62 04

    Contamos convosco na participação e divulgação deste nosso encontro.


    Uma Informação: BioNascimento

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 13:59

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 13:51

    16
    Abr 08

    Muitos Parabéns e Muitas Felicidades à "nossa" Princesa Beatriz que comemorou ontem, dia 15 de Abril de 2008, o seu 2º aniversário.

    Tudo de bom lhe desejo, com muita saude e amor.

    Esperamos que conte muitos na companhia dos papás.

    Beijinhos muito grandes e fofinhos para a Beatriz e Papás.

     

    Parabéns Beatriz

    (Carrega em cima da imagem para veres em maior.)

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 15:28

    O problema da maior parte dos bebés são as noites e o dormir descansado, por isso e como o meu filho, até à bem pouco tempo, também nos dava noites difíceis resolver fazer uma pesquisa sobre este tema e aqui fica.

    Pode sempre ajudar alguns pais com o mesmo problema que eu tinha.

    O bebé adormece dificilmente. A meio da noite, esgotados por um longo dia de trabalho, o pai e a mãe são constantemente acordados pelo choro.

    Esta situação acaba por constituir um problema para toda a família. Será possível fazer alguma coisa? As estatísticas demonstram que 25 a 30 por cento dos bebés entre 6 e 12 meses e que 20 a 40 por cento das crianças entre 2 e 3 anos têm este péssimo hábito de se transformarem em incómodo e inesperado despertador para os pais.
    Na maior parte dos casos, as causas são banais e a correcção destas desagradáveis insónias podem ser resolvidas com certa facilidade.

    Dorme bem...durante o dia

    É uma situação perfeitamente normal durante as primeiras semanas, mesmo até cerca dos seis meses. É preciso dar tempo ao bebé para que ele adquira algumas referências. Durante a sua vida intra-uterina, o bebé mostrava-se extremamente calmo durante o dia e só se excitava à noite (entre as 21 horas e a meia-noite). Vai ser preciso dar-lhe algum tempo para modificar este ritmo.

    Que fazer? Respeitando esse relógio biológico, ainda assim é possível ajudar o bebé a encontrar as suas referências. À noite, faça-o dormir na escuridão. Durante a sesta, não feche as janelas e não interrompa as actividades caseiras. A criança vai habituar-se aos ruídos normais de uma casa.

    Quanto às refeições, respondendo embora às exigências do bebé, estabeleça rapidamente horários relativamente fixos (admitindo-se uma diferença de sensivelmente meia hora). Recorde-se que o leite materno é mais rapidamente digerido do que os leites comerciais. Neste caso, os despertares nocturnos podem ser muito mais frequentes.

    Só adormece ao colo

    É um hábito contraído desde a nascença. A mãe começou por embalar o bebé depois do biberão, antes de o deitar no berço. Eram só alguns minutos. Mas, agora o bebé já tem oito meses e não consegue adormecer sem ser embalado. E, à medida que vai crescendo, também o tempo que demora a adormecer vai aumentando. Já precisa de 20 a 60 minutos, quando aos três meses bastavam uns cinco.

    Que fazer? O bebé deve aprender muito rapidamente a adormecer sozinho. Isto não significa que não se deva instituir todo um ritual para o deitar. Pelo contrário. A repetição quotidiana dos mesmos gestos acalma a criança para a noite que está começar.

    À noite, a uma hora fixa, instale-o ainda acordado na sua cama, acaricie-lhe a cabeça durante alguns segundos, cante-lhe uma canção de embalar ou ponha a funcionar a caixinha de música e deixe-o adormecer sozinho.

    Se tiver sido embalado por muito tempo, o bebé poderá ter necessidade de um objecto que o ajude a fazer a transição. Uma t-shirt usada pela mãe é suficiente para o acalmar.

     

    Intolerância às proteínas do leite

    Desde que nasceu, o bebé tem noites muito agitadas. Remexe-se, transpira abundantemente, acorda uma ou várias vezes durante a noite. Apesar de a mãe estar ali ao lado, leva muito tempo a voltar a adormecer. Durante o dia, mostra um carácter irritável e tem tendência a apresentar problemas de pele.
    Verifique se a mãe, ou o pai, têm um terreno alérgico. É possível que o bebé sofra de intolerância alimentar.

    Que fazer? A primeira coisa a fazer é verificar a intolerância do bebé às proteínas do leite, o que se faz com uma simples recolha de sangue. Se lhe está a dar de mamar, só deve continuar a fazê-lo se deixar de consumir produtos lácteos.
    Se a criança está a ser alimentada com leite para bebés, o melhor é mudar para um hidrolizado de caseína. Mas anote que o sono normal não vai ser retomado instantaneamente. Vai ter que esperar algumas semanas.

    Está sempre a mexer-se no berço...

    O bebé não se recusa a ir para o berço, mas, quando o deita, balança como um metrónomo, agita-se e encosta a cabeça contra as grades, o que lhe vai parecer uma atitude muito pouco compreensível. E até é bem possível que por vezes repita esses sintomas ao acordar durante a noite.

    Que fazer? Esta perturbação faz parte dos ritmos do adormecer. Nota-se sobretudo nas crianças até aos dois anos, idade em que desaparece na maioria dos casos.
    É impossível evitar que o bebé faça esta espécie de dança. Uma solução é colocar o colchão directamente no chão, para evitar que bata com a cabeça nas grades do leito.

    Adormece demasiado cedo

    Lá para o fim da tarde, o bebé começa a bocejar, a esfregar os olhos e a mostrar-se rabugento. Já não quer brincar e é impossível mantê-lo acordado. Não há outra solução senão dar-lhe o jantar e deitá-lo lá pelas 18 e 30 para uma noite que vai acabar... às quatro ou cinco da manhã.

    Que fazer? Este adormecer extemporâneo quase só acontece entre os recém-nascidos e os bebés muito jovens. Pode-se lutar contra esta situação atrasando durante alguns dias o horário do lanche, do banho e do jantar. Primeiro, um quarto de hora, depois meia hora, por forma a levar a criança a adormecer um pouco mais tarde.

    Ainda quer o biberão

    O bebé nasceu com pouco peso, tomou oito biberões por dia até aos quatro meses. E, agora, aos sete meses, já com uma alimentação diversificada e que não necessita destes repastos nocturnos para o crescimento, continua a reclamá-los.

    Que fazer? Já que essas refeições nocturnas não têm qualquer justificação, há duas maneiras de as suprimir: a primeira, progressiva, consiste em diminuir, ao longo de vários dias, a quantidade de leite dado à criança durante a noite, até que o bebé durma a noite inteira.
    A segunda é mais radical. Trata-se de suprimir o biberão nocturno de um dia para o outro. Mas para ajudar a criança a passar a noite sem fome, o melhor será reforçar a última refeição com um pouco de farinha.

    Descobertas revolucionárias

    Ao fim de alguns meses, o bebé já terá apreendido a voltar-se de costas, a sentar-se, a gatinhar e, finalmente, a manter-se em pé. Autênticas revoluções. Assim, não é de espantar que estas proezas o façam acordar durante a noite.
    Que fazer? Estes despertares nocturnos devem-se a uma bem normal sobre-excitação diurna. São passageiros, mas não convém deixar que a criança chore e se defronte sozinha com as suas inquietações. Precisa que a mãe a acalme. Bastará, talvez, voltá-lo para o outro lado, acariciar-lhe o cabelo ou beijá-lo suavemente na testa.

    Evite os soporífeross

    Na maior parte dos casos são apresentados como xaropes anódinos para levar a criança a adormecer. Mas na verdade não ensinam o bebé a adormecer, o que fazem é impedi-la de acordar. Quando se interrompe a administração, o círculo vicioso do despertar nocturno reaparece. E por vezes muito pior, com pesadelos.
    Além disso, têm repercussões no ritmo cardíaco do bebé, na respiração e na temperatura central.
    Em algumas crianças produzem efeito inverso. Em vez de acalmar, servem como excitante.

    Muito rapidamente perdem eficácia e os pais têm tendência em aumentar as doses prescritas, sem pensar nos riscos de toxidade.
    O melhor dos soporíferos é o aconchego da noite, a história que se escuta nos braços dos pais, ou uns segredinhos ditos baixinho ao lado da almofada.

    Como deitá-lo?

    A cama: depois do nascimento, deite-o num berço, mas, por volta dos 3 meses, mude-o para uma cama com grades.

    O colchão: escolha um colchão duro, em espuma sintética e com as dimensões exactas da cama. Se o bebé tem tendência alérgica, opte por um colchão antibacteriano. Não use travesseiro ou edredon.
    A partir de 1993, os médicos passaram a recomendar que o bebé seja deitado de costas, o que fez diminuir em 70 por cento os óbitos por morte súbita.

    Créditos: Sapo Saúde

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 14:40

    10
    Abr 08

     

    Publicado por Angel@ - BabyClub às 19:43

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